A casa estava silenciosa quando Alessandro entrou.
Silenciosa daquele jeito que sempre parecia maior durante a noite.
Ele tinha passado horas no escritório tentando trabalhar.
Tentando pensar.
Tentando organizar a própria cabeça.
Sem sucesso.
Porque tudo terminava nela.
Sempre nela.
Quando afrouxou a gravata e caminhou pelo corredor da sala íntima, foi o brilho baixo da televisão que chamou atenção dele primeiro.
E então ele viu.
Giulia dormindo no sofá.
Elisa completamente aninhada