Por um segundo, Alessandro parou de respirar.
A silhueta caída entre as árvores era pequena, frágil e parcialmente escondida pela escuridão. Depois de vinte dias de culpa, desespero e medo, ele simplesmente não conseguia se obrigar a dar o próximo passo.
Porque estava com medo.
Pela primeira vez em muito tempo, verdadeiramente apavorado.
Medo de ter chegado tarde demais.
Medo de encontrar exatamente aquilo que o perseguiu durante todos aqueles dias.
Medo de descobrir que tinha falhado.
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