Extra 3. A Mulher Que Destrói Homens
Dois dias depois, eu estava no hospital, fazendo algo que nunca pensei que faria: rezando por Charlotte. Minha mãe me puxou pelo braço e me levou até a UTI. Nós não tínhamos permissão para entrar, mas, usando toda a influência que os Speredo possuíam, conseguimos ficar do lado de fora da porta e espiar pela pequena janela de vidro.
E foi ali que vi Alexander.
Charlotte estava deitada na cama, frágil, cercada por máquinas e tubos, parecendo mais morta do que viva. Meu irmão estava ao lado dela,