32. Entre Agulhas e Mágoas
Assim que ouvi as palavras dele, qualquer resquício do joguinho de olhares morreu ali. Minha vontade de continuar olhando nos olhos dele foi substituída por uma sensação de puro desprezo, e eu deixei escapar uma risada amarga.
— Você… você tem a audácia de pedir perdão?
Ele ficou em silêncio, talvez sem saber o que dizer — ou, quem sabe, sabendo que nada do que dissesse mudaria alguma coisa. Isso não me impediu de ir até o fim, é claro.
— A resposta é não, Alexander. Eu jamais vou te perdoar. E