129. Correr Pode Matar, Mas Mentiras São Piores
Assim que paramos de correr, Alexander desabou, ofegante, com uma mão no peito e a outra estendida para mim, segurando um inalador. Seus lábios estavam pálidos, e o rosto, alarmantemente vermelho. A inclinação de sua mão era clara: “Se eu apagar, use isso.”
O pequeno eu fóbico entrou em pânico imediatamente. Claro, eu sabia que ele tinha problemas respiratórios, mas eu não esperava que uma simples corrida o levasse à beira da morte.
Sem pensar, tirei minha jaqueta e envolvi seus ombros, ajoel