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Assim que saiu da clínica, Thaís não ficou pensando muito. Pensar demais ainda era perigoso. Então fez o que aprendeu a fazer bem: seguiu.
O prédio da empresa já fazia parte do ritmo dela.
Entrou, cumprimentou o pessoal da recepção, subiu, passou pela equipe com um “bom dia” tranquilo e foi direto pra sua mesa.
Sentou. Abriu os relatórios. E mergulhou.
Trabalhar nunca foi um peso pra ela. Muito pelo contrário. Era onde ela se encontrava. Onde tudo fazia sentido.
Enquanto lia os dados, aju