Um mês tinha passado.
Não apagou o que aconteceu. Mas reorganizou.
O escritório já não parecia um campo de tensão constante. As pessoas voltaram a falar mais alto, os passos pelos corredores tinham ritmo de rotina de novo, e os olhares deixaram de carregar aquele cuidado excessivo de quem não sabe se pode tocar no assunto.
Com Thaís, foi diferente.
Ela não quebrou.
Mas também não voltou igual.
Ela trabalhava. Todos os dias. Chegava no horário, organizava a mesa, respondia e-mails, participava d