Fechei a porta da minha sala. Somente então consegui deixar o ar escapar, aliviando uma pressão que se acumulava no meu peito. Minha respiração se ajustou a um ritmo conhecido: 4 segundos inspirando, 4 segundos expirando e, finalmente, 6 segundos para soltar tudo de uma vez. No entanto, meu corpo ainda vibrava por conta da cena no corredor. Apoiei minha bolsa na mesa, sentei-me diante do computador e encarei a tela, mas não conseguia realmente ver nada.
Foi quando meu celular vibrou. O nome “M