Everton Narrando
O celular não saía da minha mão. Eu já tinha ligado pra Priscila umas vinte vezes e nada. Mandei mensagem, áudio, liguei pra Neuza, pra loja, pra vizinha… ninguém sabia dela. E isso me deixou num estado que fazia tempo que eu não sentia. Era como se algo tivesse me arrancado o ar.
— Isso não tá certo — falei baixo, enquanto dava ré no carro, já com o coração martelando no peito.
A última coisa que ela me disse foi que ia sair mais cedo pra trabalhar. E agora… sumida. Priscila