Priscila Narrando
Eu congelei na hora que vi meu pai sentado ali, no sofá da sala da minha mãe. Foram anos sem vê-lo, sem ouvir sua voz... e agora ele estava ali, de repente, como se não tivesse passado todo esse tempo longe. Meu coração disparou, minhas mãos suaram, e por um segundo, eu não consegui me mexer.
Everton apertou minha mão, me dando a força que eu nem sabia que precisava naquele momento. Respirei fundo e tentei manter a postura, mas dentro de mim era só confusão.
— Pai... — minha