Priscila Narrando
Quando o Everton me abraçou, meu corpo reagiu antes da minha cabeça. Era como se uma parte de mim tivesse esperado por aquilo… mesmo que a outra parte gritasse para eu recuar.
O toque dele ainda era familiar. Forte. Protetor. Mas dessa vez, havia algo diferente. Não era só desejo. Era entrega. Era arrependimento. E também algo que eu tentava evitar: sentimento.
Me afastei devagar, olhando nos olhos dele. Eu precisava manter o controle. Precisava lembrar tudo o que passei. Tud