Karen Narrando
Saímos do banheiro devagar, os corpos ainda molhados, o calor da água misturado ao fogo que a gente carregava. Ele me puxou pela cintura com força, sem pressa, guiando até a cama que tava ali, iluminada pela luz baixa do quarto. Sem nem me deixar pensar, Estevão me colocou de joelhos na cama, ajeitando meu corpo na posição de quatro, o olhar dele queimando.
— Fica assim, Karen. Quero você inteira pra mim — ele falou, com a voz rouca e cheia de desejo.
Eu tremia, sentindo os hormô