Ana Kelly narrando
O quarto estava escuro, silencioso… mas minha mente parecia um furacão. O relógio já tinha passado das três da manhã e, mesmo assim, meu corpo não se entregava ao sono. Eu virava de um lado para o outro, com os olhos fixos no teto, tentando empurrar para longe as imagens da Antonela chorando no vídeo, tentando não pensar em onde ela estaria agora. Mas era impossível.
A respiração saía pesada, o peito doía. Como uma mãe consegue dormir sem saber onde está a filha? Como se acal