As palavras dele a atingiram como um soco no estômago, mas Cecília não recuou. Ela sabia que aquilo era fruto da dor, da confusão. Ainda assim, não podia ignorar a acusação.
— Gael, eu entendo que você está frustrado, mas não tem o direito de me tratar assim. Estou aqui porque me importo, porque quero te ajudar.
Ele bateu a mão na cama, a respiração acelerando.
— Ajudar? Você quer me ajudar? Onde estava sua ajuda quando mentiu para mim? Quando me fez acreditar naquela... naquela mentira