MARIA JÚLIA
Meus olhos estavam fixos no maldito cara de pau que tinha um sorriso largo em sua face. A raiva tomou conta de mim quando o idiota falou comigo como se eu não soubesse qual era o motivo da sua visita. Meus pensamentos foram interrompidos quando ouvi minha mãe me chamando.
— Filha! Cadê sua educação? O menino Andrey, falou com você.
Olhei para a mulher a minha frente, que tinha um enorme buquê de flores em suas mãos e um sorriso terno em seu rosto. Como minha mãe pode ser tão ingê