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O salão principal da galeria em Paris estava iluminado com uma suavidade acolhedora. A multidão era elegante, silenciosa, mas havia no ar uma tensão quase sagrada: todos esperavam por ela.
Emma.
O nome dela estava em cada parede. Nas conversas, nos olhares, nas expectativas.
Cinco anos de silêncio. Dois de renascimento.
E agora, ali, a artista que havia emocionado o mundo com suas cores estava de volta — mais viva do que nunca.
Alexandre ajeitou o paletó e olhou para a entrada da galeria,