A noite avançava lentamente, e o hospital permanecia em um silêncio quase sufocante. Alexander continuava ao lado de Emma, segurando sua mão com firmeza, como se aquele simples gesto pudesse mantê-la conectada à vida. O rosto dela estava pálido, e a respiração fraca, mas constante.
Noah havia adormecido em uma poltrona no canto do quarto, ainda abraçado ao bichinho de pelúcia. Alexander olhava para o filho e depois para Emma, sentindo o peso esmagador da responsabilidade e do medo. Ele nunca se