Angel Lioncourt | New York
Quando saí do bar naquela noite, a conversa com Aaron ainda estava fresca na minha mente. Ele era uma tempestade – imprevisível, constante e, de algum jeito, reconfortante. Eu estava me permitindo algo que não fazia há muito tempo: confiar.
Mas confiar em Aaron era como caminhar em uma corda bamba. Não era apenas o que ele representava – o caos, o desafio constante –, mas também o que ele fazia comigo. Ele me fazia sentir viva, mas isso vinha acompanhado de uma vulner