Chegamos em casa…
Mas eu não conseguia realmente enxergar nada ao meu redor.
Minha mente ainda estava presa naquele bar.
Naquele nome.
Antônio Garcia.
Entrei no quarto quase no automático. Tirei os saltos devagar, deixando-os de qualquer jeito perto da cama, e me sentei na beirada do colchão tentando respirar normalmente.
Mas não dava.
As lembranças vieram todas de uma vez.
Pesadas.
Cruéis.
“Me julgaram.”
“Nem me deixaram explicar.”
“Luiz chamou o segurança…”
Fechei os olhos com força.
A imagem