Acordei devagar, com uma sensação estranha no corpo.
Meu pescoço doía, como se eu tivesse dormido na posição errada… o que, pelo visto, tinha acontecido mesmo.
As cobertas pesavam sobre nós, grossas demais, quentes demais… e, ainda assim, quando um pedacinho do meu braço escapava, eu sentia o ar gelado do quarto. O frio lá fora ainda não tinha ido embora.
Respirei fundo, tentando me situar.
Foi quando percebi.
Minha cabeça estava apoiada no peito dele.
Alejandro.
Congelei.
Por um segundo, tive