ISADORA VILLANOVA
Essa manhã começou fria e coberta por uma neblina típica da serra. Às sete horas em ponto, eu já estava sentada no banco do carona do carro de Henrique, observando as árvores passarem.
Henrique segurava o volante com uma das mãos e, com a outra, entrelaçava os seus dedos nos meus. Me pergunto se ele está tão ansioso quanto eu...
— Nós estamos indo para o hospital principal que fica lá no centro — Henrique explicou, mantendo os olhos na estrada. — A nossa clínica tem um labora