ISADORA VILLANOVA
Apertei os meus dedos na camisa de Henrique enquanto recuperava o fôlego devagar. Aos poucos, o ar fresco voltou a encher os meus pulmões e a ardência incômoda na minha garganta começou a diminuir.
— Tem certeza de que já passou? — ele perguntou baixinho, ainda me segurando no seu colo.
— Tenho. Estou muito bem.
Ele soltou um suspiro de alívio e depositou um beijo suave no topo da minha cabeça. Ficar ali, aninhada nos braços de Henrique, me fez mergulhar em uma profunda re