ISADORA VILLANOVA
O sol já havia se posto completamente. Dentro da casa, a única iluminação vinha de abajures fracos que eu havia acendido.
Eu caminhava de um lado para o outro na sala, dando passos curtos sobre o tapete. A cada minuto que passava sem que Henrique desse sinal de vida, o meu peito se apertava em um nó sufocante.
Ele tinha saído para um bate e volta rápido até San Vesper. Deveria ter voltado horas atrás. O atraso, somado à revelação recente de que Vicente estava vivo, transformo