ISADORA VILLANOVA
Henrique empurrou a porta da frente com o pé, mantendo o taco de beisebol erguido. Eu segurei a parte de trás da camisa dele, com os músculos tensos e pronta para correr caso alguém estivesse ali dentro nos esperando.
Henrique deu o primeiro passo para dentro. Mas, em vez de um capanga assustador, uma voz rouca, despreocupada e amigável veio do corredor da cozinha.
— Doutor Henrique? É o senhor que está aí?
Um homem idoso, de cabelos bem brancos, vestindo roupas simples e seg