ISADORA VILLANOVA
— Isadora... você está morrendo?
Olhei para o rosto pálido dele e depois para Clarice, que parecia ter parado de respirar na ponta da cadeira.
— Oh, não! Não, eu não estou morrendo — apressei-me em dizer, balançando as mãos rapidamente para desfazer o mal-entendido. — Houve um erro nos meus primeiros exames. Graças a Deus e ao Henrique, que refez todos os testes, nós descobrimos que eu estou perfeitamente saudável.
O som de alívio que os dois soltaram foi tão grande que me f