Maya narrando
O despertador tocou ainda mais cedo naquela sexta-feira. Quando abri os olhos no meu quarto no Brooklyn, o peso de Nova Iorque parecia um pouco mais distante, substituído pela expectativa do isolamento que Arthur havia me prometido. O cansaço mental dos últimos dias cobrava o seu preço, mas o magnetismo que me puxava na direção daquela ilha era impossível de ignorar.
Arrastei uma mala de viagem pequena para o centro do quarto e comecei a abri-la. Minha mãe, entrou logo em seg