Arthur narrando
Trinta dias. Um mês inteiro desde que transferi a vida de Maya para dentro do meu pent-house em Manhattan. Eu não precisei de justificativas contratuais ou de grandes discursos; simplesmente não permiti que ela voltasse a dormir sozinha no Brooklyn enquanto a mãe dela estivesse fora. A presença dela se tornou o oxigênio dos meus dias. Minha possessividade não diminuiu com o tempo; pelo contrário, ela se ramificou, criando barreiras intransponíveis entre Maya e qualquer homem