Maya narrando
— Eu vou ficar, mãe. Não vou voltar para Manhattan hoje — declarei, fechando a porta do meu guarda-roupa no Brooklyn com um baque firme.
Minha mãe, soltou um suspiro visível de alívio, caminhando até mim para apertar minhas mãos. Sentir o chão do meu antigo quarto sob os pés me dava uma lufada de realidade que o luxo sufocante do pent-house de Arthur havia me roubado nas últimas semanas. Eu precisava desse tempo. Precisava respirar sem aquele par de olhos azuis controlando ca