Eu não conseguia me mexer.
O choque me paralisou. A imagem da marca na costela de Tessa ainda queimava na minha retina. O símbolo.
E agora Tessa dizia que eu também tinha uma.
Por baixo da tatuagem.
Esperando.
Desde o começo.
— Isso não pode ser verdade — eu sussurrei, a voz falhando. — Eu não tenho nenhuma marca. Eu nunca tive.
Tessa riu. Aquele riso seco, amargo, que não tinha nada de felicidade.
— Você nunca olhou no espelho? Nunca se perguntou por que aquela tatuagem de flor estava exatamen