(Ponto de Vista de Maximus)
O quarto do hotel estava escuro quando acordei.
Não lembrava de ter dormido. Não lembrava de ter deitado. A última coisa que me lembrava era a imagem do ferro na mão do meu tio, a marca gravada na pele de Tessa.
Tessa.
O símbolo.
A herança.
O sangue.
Levantei da cama. A camisa estava amassada, suada, grudada no corpo. Tirei. Joguei no chão. Fiquei só de calça, andando de um lado para o outro do quarto pequeno, as mãos no cabelo, a cabeça prestes a explodir.
Eu vi aqu