Mundo de ficçãoIniciar sessãoPOV/ ADRIAN
Eu me sentia um estranho dentro da minha própria pele. A vulnerabilidade dela tinha se tornado a minha, e o fato de eu não poder estar lá, segurando a mão dela enquanto ela dormia, estava me corroendo por dentro.
— Só faça o que eu mandei — ordenei, voltando minha atenção para o celular.
Passei a segunda e a terça em um estado de alerta constante, uma corda esticada prestes a arrebentar. Eu não viajei, não fechava contratos, não vivi.







