Capítulo 139 — Ora, se não é o cão de guarda do meu irmão.
POV Emília
A manhã em Dublin nasce cinzenta e fria, combinando perfeitamente com o nó de ansiedade que aperta meu estômago. Lucca cumpriu a promessa. Ele apareceu na lateral da mansão antes mesmo do sol estar completamente fora do horizonte. Saímos em silêncio, como dois fugitivos.
Sentada no banco do passageiro do carro de Lucca, olho fixamente para o asfalto. Minha mão repousa, por puro instinto, sobre meu ventre ainda plano. Dentro de mim, o caos se organiza na forma de uma vida que muda