Capítulo 118 — Nós fazemos sentido, Declan.
POV Emília
O táxi para em frente ao hotel pouco depois das 2h da manhã.
Declan não diz nada quando o carro freia. Nenhuma tentativa de me convencer. Nenhuma ordem. Nenhuma ironia. Só o silêncio pesado de quem perdeu uma batalha… ou decidiu adiá-la.
— Chegamos — o motorista anuncia.
Eu coloco a mão na maçaneta, mas paro antes de abrir.
— Você não precisa me acompanhar — digo, sem olhar para ele.
— Eu sei — ele responde.
Desço do carro. A chuva fina molha meus cabelos, o vestido grudando na pele