Por Carlos
A noite já caía sobre a cidade quando o som do meu telefone cortou o silêncio do escritório. Era Andréa, me avisando que Maria estava lá e queria falar comigo. A ansiedade tomou conta de mim. O que ela poderia querer a essa hora?
Peço a Andréa que a deixe entrar. Assim que Maria surge na porta, levanto-me e a beijo na testa, como sempre fiz. "O que te traz aqui, minha babá preferida?", pergunto com um sorriso.
O seu sorriso se transforma em uma expressão séria. "É grave," ela diz bai