E agora?
Desligo o celular com força, meus dedos tremendo de raiva e frustração. Olho para Maria, sentada ali na minha frente, seus olhos cheios de preocupação.
"Obrigado," murmuro, minha voz quase inaudível.
Saio correndo do hospital, impelido por uma força invisível. Os gritos de Maria me chamando ecoam nos meus ouvidos, mas não consigo parar. Preciso sair dali, preciso chorar, preciso extravasar toda a dor que me consome.
Por que eu não investiguei? Por que eu não a deixei se explicar? Onde