Capítulo 11
— Revisou tudo direitinho? Não quero que venha reclamar depois. — Retrucou todo eloquente.
— Depois quando?
Se aproximou juntando os braços na sua extensa escrivaninha.
— Olha que posso muito bem retornar ao mundo dos vivos e puxar sua perna. — Ditou sombrio.
— Ai para!
Dei dois tapas no ombro dele, fazendo-o se distanciar meio esquisito. Sua expressão exalava complexidade.
— Uma mulher nessa idade com medo de fantasmas? Não acredito nisso.
— Pense o que quiser. — Dei língua, demon