Mundo de ficçãoIniciar sessãoRamon soltou um suspiro que parecia misturar resignação e um respeito relutante.
— Então, vá até ele. Ele está nos aposentos dele. O banho pode tirar a fuligem, mas apenas você pode tirar o peso que o está esmagando. Não deixe que ele se perca na escuridão antes da guerra começar.
Ária assentiu e passou por ele, seus passos determinados ecoando pelo corredor até a porta imponente dos aposentos de Yulian. Ária bateu à porta, mas o único retorno foi o silêncio pesado da mansão. Decidida, ela girou a maçaneta e entrou. O quarto estava mergulhado em sombras, mas o cheiro de uísque barato e a eletricidade da adrenalina ainda pairavam no ar, exalando das roupas de grife rasgadas e jogadas de qualquer jeito sobre o mármore frio. Era o rastro de um homem que tentara arrancar a própria pele para fugir do que era.
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