— Tudo bem, — Passei meu dedo em seu rosto, perto dos óculos. — Tá tudo bem odiá-lo. — Eu continuei, suavizando a minha expressão.
Eu sabia de perto oque era esse sentimento. Desde que convivia com a minha tia e seu marido.
— A gente não precisa amar só porque é da família.
Tristan tira os óculos e leva as mãos ao rosto.
— Eu hm, posso ajudar a dar um sumiço no seu pai se você precisar.
Ouvi-o respirar uma risada tranquila e olhei para ele, vendo um sorriso condescendente em seus olhos