Revirei os olhos. O entusiasmo dele me enojava.
— Você é doente.
— Não. Eu sou esperto. E você também vai ser, se quiser manter seu filho seguro.
A frase me atingiu como um soco. Meu estômago se revirou e meu corpo congelou. O nome do meu filho na boca dele era como veneno. Suspirei, derrotada. Ele sabia exatamente onde apertar.
Stevan ergueu a taça, como se brindasse ao próprio plano.
— Infelizmente, não vamos poder ficar. — disse, com aquele tom arrastado, carregado de sugestão. — Uma