Lorenzo Ferraz
— Olha só, se acalme. Tire essa cara de assassino do rosto e lembre-se: ela é uma mulher, e em mulher não se b**e.
— Cala sua boca! — explodi, minha voz cortante feito navalha. O sangue fervia nas minhas veias, e tudo dentro de mim gritava por vingança.
Fora de mim, girei nos calcanhares e fui direto até o gerente.
— Quero aquela mulher fora daqui. Agora. A despeça!
O gerente arregalou os olhos, confuso.
— Mas senhor… Ela precisa muito desse emprego. É uma funcionária exemp