Dois dias se passaram desde o hospital.
Vitória praticamente não saiu do quarto da mãe. Dormia na poltrona ao lado da cama, acordava a cada movimento, insistia para que Verônica tomasse água, remédio, qualquer coisa.
A marca roxa no rosto ainda estava lá, mas o que realmente doía, não estava na pele.
Verônica falava pouco. Estava lúcida, mas quieta demais.
Na manhã do terceiro dia, Vitória decidiu que não a deixaria voltar para aquele apartamento.
— Você vai comigo — disse, firme, enquanto