— Não, não.. claro que não.
— Não brinca comigo, Paloma. Não ouse me fazer de idiota.
— Eu não estou!
ela rebateu, mas o jeito que eu estava, fora de mim, a mexia por dentro.
Soltei um rosnado baixo, fechando os olhos por um segundo para não perder o que restava da minha sanidade, e me afastei.
O espaço entre nós agora parecia quilômetros.
— Ricardo!
ela me chamou, a voz embargada.
Me virei, o maxilar tão tenso que chegava a doer.
— Você me permitiu tentar.
eu disse, c