Desci o olhar até o chão e vi dois cestos ao lado da cadeira, feitos de madeira simples e forrados com panos já desgastados. Dentro deles, os bebês se mexiam sem parar, os corpos pequenos se contraindo a cada choro. Eram muito novos, com a pele avermelhada e fina, os olhos apertados pelo esforço. Um deles mantinha os punhos fechados junto ao peito, tremendo a cada som que soltava. O outro se movia mais, virando o rosto de um lado para o outro, a boca aberta, procurando sem encontrar.
“Eles são h