O sol forte invade o quarto, tingindo tudo com um dourado suave. Sinto o calor de um corpo ao meu lado e mãos firmes sobre minha cintura, como se não quisessem me soltar. Com cuidado, me viro e dou de cara com um lindo homem adormecido: Marcos. Meu Marcos. Como tenho sorte de tê-lo em minha vida.
Fico quietinha, observando-o. Ele parece tão sereno, tão diferente do meu Marcos protetor, exceto pelo braço ao meu redor, me mantendo próxima dele. Esse gesto é quase instintivo desde que saí do hospi