DANTE KINGSTON
Meu telefone tocou no meio da noite. E eu mal tinha dormido. O motivo era ela que não estava ao meu lado e a dor não estava ajudando muito. A maior parte dos meus dias agora é preenchida com trabalhos que perdi.
— Você sabe que horas são, Srta. Marina? — perguntei, irritado.
— Sim, exatamente meia-noite e quinze — disse ela, com toda a sua audácia.
— É assim que trata seu chefe, Srta. Marina? Você não teme pelo seu emprego?
— Estou fazendo o meu trabalho, Sr. Kingston. O se