MARINA MORGAN
Não questionei o Dante sobre nada. Apenas segui as instruções e dirigi até o hospital em silêncio. Estacionei o carro e ele nem esperou por ajuda. Quase correu até o elevador.
— Calma, Dante, você vai se machucar! — gritei num tom mais automático do que racional. Mas será que ele me ouviu? Provavelmente não, já que não parou. Naquele momento, a única coisa que importava para ele era a Ivy.
Logo na entrada, ele se adiantou até a recepcionista:
— Tem uma paciente aqui, Ivy Wolf