ISABEL LINORES
Charles passou os braços ao redor da minha cintura, me puxando para trás até que as minhas costas batessem contra o peito dele e beijou o topo da minha cabeça.
— Você está bem? — ele perguntou, se referindo ao meu pai que havia acabado de sair. — Eu posso ficar em casa hoje.
Virei-me no abraço dele e sorri, acariciando o rosto do meu marido.
— Eu estou melhor do que nunca, Charles. — respondi com sinceridade. — Pode ir trabalhar em paz. Além disso, eu tenho planos melhores p