Madelaine
Acordo lentamente, os lençóis macios e quentes ainda envolvendo meu corpo. Um som me desperta completamente: batidas na porta. Meu coração acelera, e ouço a voz do meu pai, chamando por mim.
— Madelaine? Filha?
O relógio digital antigo sobre a mesa de cabeceira marca 5:35.
Preocupada salto da cama, os pés descalços tocando o chão frio. Eu corro até a porta, abrindo-a rapidamente, encontrando meu pai com um sorriso no rosto.
O que é um bom sinal.
— Pai? — não consigo segurar o