Ser o alvo daquelas máquinas de fotografia para ela era a coisa mais maravilhosa do mundo. Se sentia ainda mais linda do que, sim, já era. Podiam dizer que era algo banal. Que era porque as pessoas queriam se amostrar. Mas não ela. Não era para se amostrar para as pessoas, mas para si mesma. Ela não só deixava que tirava as fotos, mas também ver cada uma delas. Falar o que achou, dizer a si mesma o que deve fazer na próxima, ajeitar os cabelos e a maquiagem na hora que ela desejava e sentia. Pr