Fazia tempo que eu não via Anna tão inteira.
Ainda cansada, claro. Ainda com noites mal dormidas, olheiras e aquela correria materna que engole os dias.
Mas havia um brilho novo nos olhos.
Ela voltara a trabalhar — pouco, mas o suficiente para se sentir viva em outro espaço além do colo de Theo.
E mesmo com todo o desgaste, eu a via sorrindo mais.
E foi então que percebi:
nós estávamos prontos.
Prontos para dar o próximo passo.
Mas antes de qualquer anel ou pedido, eu queria dar a ela algo